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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Projetos de Centro de Excelência contra a Fome beneficiam 4 milhões de crianças no mundo



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Ao prover apoio contínuo a 30 governos, o Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — contribuiu este ano para fortalecer programas de alimentação escolar, o que beneficiou cerca de 4 milhões de crianças e milhares de agricultores familiares.
Este ano, o centro ofereceu apoio específico para sete países que precisavam tomar a frente da execução de seus programas de alimentação escolar por meio de iniciativas de Cooperação Sul-Sul.
Também começou a apoiar quatro países africanos a encontrar soluções para conectar agricultores familiares que produzem alimentos consorciados ao algodão a mercados institucionais, inclusive programas de alimentação escolar.
O Centro organizou, co-organizou ou participou em cerca de 20 eventos de alto nível para fortalecer a defesa pela Cooperação Sul-Sul, Fome Zero e alimentação escolar.
A organização provê apoio contínuo a 30 países no fortalecimento de capacidades para alcançar Fome Zero. Dependendo dos contextos nacionais e das demandas, alguns países requerem assistência técnica mais próxima e apoio remoto.
Em 2018, 14 países receberam apoio direto do centro para fortalecer suas capacidades e estratégias para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
Os resultados dessas atividades aprimoraram 18 políticas nacionais, programas e componentes da alimentação escolar, o que beneficiou cerca de 4 milhões de crianças, assim como milhares de agricultores familiares.
Com o apoio do centro, por exemplo, o Quênia aprovou sua Estratégia Nacional de Alimentação e Nutrição Escolar, que espera alcançar 1,6 milhão de crianças nos próximos cinco anos.
Benim melhorou os marcos de seu programa, o que contribuiu para a mobilização de 80 milhões de dólares do orçamento governamental para catalisar a transferência do programa de alimentação escolar do PMA para o governo nos próximos quatro anos.
Benim, Moçambique, Quênia e Tanzânia são parte do projeto “Além do Algodão”, uma iniciativa do Centro de Excelência e da Agência Brasileira de Cooperação em parceria com o Instituto Brasileiro do Algodão.
O projeto aborda todo o sistema de produção do algodão e liga a agricultura regenerativa, a nutrição, a redução da pobreza e o desenvolvimento local. A iniciativa está apoiando produtores de algodão e instituições públicas de quatro países africanos no escoamento dos subprodutos do algodão, como óleo e torta, e dos produtos consorciados, como milho, sorgo e feijão.
Os eventos de alto nível que o Centro apoio de diferentes formas tiveram como objetivo fortalecer a Cooperação Sul-Sul para a Fome Zero e para o estabelecimento de novas parcerias.
Por exemplo, o Fórum Global de Nutrição Infantil aconteceu na Tunísia, com 350 participantes de 50 países. O projeto “Além do Algodão” foi apresentado no evento Textile Exchange Sustainability Conference em Milão.
O Dia Africano de Alimentação Escolar foi realizado no Zimbábwe para marcar o compromisso do continente com a avanço da alimentação escolar.
O Centro é membro do Grupo de Alimentação Escolar da União Africana e participou das reuniões realizadas em 2018.
Também participou do evento paralelo do Brasil sobre Cooperação Sul-Sul durante a Reunião do Conselho do PMA em dezembro e do evento paralelo no Comitê de Segurança Alimentar. Esses eventos levaram a um nível maior de compromisso dos governos para perseguir o ODS 2 – Fome Zero.
fonte https://nacoesunidas.org/projetos-de-centro-de-excelencia-contra-a-fome-beneficiam-4-milhoes-de-criancas-no-mundo/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+ONUBr+%28ONU+Brasil%29

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

ONU e União Europeia apoiam governo brasileiro no combate ao tráfico de pessoas



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Na Bahia, a Ação Global para Prevenir e Combater o Tráfico de Pessoas e o Tráfico Ilícito de Migrantes (GLO.ACT) apoiou o governo brasileiro na realização um treinamento sobre como identificar casos de tráfico e de trabalho análogo à escravidão. A capacitação visa fortalecer o monitoramento da cidade de Praia do Forte. Iniciativa reuniu cerca de 40 participantes, entre fiscais e promotores do Brasil e da Colômbia.
A GLO.ACT é fruto de uma parceria entre a União Europeia e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).
Realizada de 3 a 7 de dezembro, a formação no município baiano foi parte da iniciativa Dragão do Mar, promovida pelo Ministério do Trabalho por meio da sua Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (DETRAE). O nome do projeto é uma homenagem a Francisco José do Nascimento, também conhecido como Dragão do Mar, abolicionista brasileiro do século XIX, cujo nome é símbolo da resistência popular contra a escravidão.
O curso cobriu tópicos como a abordagem e o questionamento das vítimas e os direitos e responsabilidades dos migrantes (residência permanente para imigrantes resgatados). Também foram discutidas as novas leis contra o tráfico de pessoas (TIP) e estratégias de encaminhamento para instituições que prestam assistência a estrangeiros (regularização de documentos, acolhimento e inclusão no mercado de trabalho).
O Brasil apresenta alta prevalência de trabalho forçado, mas o número de processos e condenações permanece baixo. No país, esse abuso de direitos foi definida como uma forma de escravidão moderna. O conceito inclui escravidão por dívidas, condições de trabalho degradantes e longas horas de trabalho, que representam um risco para a saúde ou a vida do trabalhador e violam sua dignidade.
Grupos de direitos humanos estimam que milhares de pessoas trabalhem em condições análogas à de escravos, em fazendas, plantações de cana-de-açúcar e de gado, em locais remotos e florestas do Brasil, bem como em fábricas urbanas e locais de construção. Nas cidades, muitas das vítimas de trabalho forçado são migrantes irregulares que trabalham em fábricas clandestinas.
Migrantes irregulares geralmente desconfiam ou até resistem a medidas protetivas por parte dos agentes públicos. Não é incomum que esses trabalhadores declarem a sua intenção de permanecer na mesma situação. Muitos desconhecem a legislação brasileira e, devido à vulnerabilidade social e econômica que vivem, ficam expostos à revitimização (quando o indivíduo sofre novas violações de seus direitos).
O DETRAE trabalha para garantir os direitos fundamentais nas relações trabalhistas, tendo em vista o conceito de trabalho decente como síntese do mandato da Organização Internacional do Trabalho ( OIT) e aplicado pelo Ministério do Trabalho.
Ao final do workshop na Praia do Forte, os participantes receberam uma proposta de desenvolvimento de um manual para migrantes sobre a legislação trabalhista e de tráfico de pessoas no Brasil. A ideia é que o material seja disponibilizado em português, espanhol, inglês, chinês e crioulo.
“O trabalho que o DETRAE tem realizado junto às unidades regionais do Ministério do Trabalho colabora diretamente para consolidar a política de combate ao trabalho escravo no Brasil, tanto no desenvolvimento como na execução dessa política”, aponta Fernanda Patricia Fuentes, oficial da Ação Global para o Brasil.
“É uma honra para a GLO.ACT Brasil apoiar o Detrae em seus esforços para continuar avançando em novas áreas, como migração e tráfico de pessoas, compartilhar lições aprendidas com outros países e continuar a apoiar a obrigação do governo na defesa dos direitos trabalhistas no Brasil.”
O objetivo da GLO.ACT é fornecer assistência a autoridades governamentais e organizações da sociedade civil em 13 países estrategicamente selecionados: Belarus, Brasil, Colômbia, Egito, Quirguistão, Laos, Mali, Marrocos, Nepal, Níger, Paquistão, África do Sul e Ucrânia. O projeto apoia os governos no planejamento e implementação de esforços nacionais de combate ao tráfico e contrabando. A iniciativa promove uma abordagem que contempla prevenção, proteção, ação penal e parcerias. Além disso, apoia o desenvolvimento de respostas mais eficazes ao tráfico e ao contrabando, incluindo a prestação de assistência a vítimas e migrantes vulneráveis por meio do fortalecimento de mecanismos de identificação, encaminhamento e apoio direto.
Com iniciativas previstas até o final do próximo ano, o programa da ONU e da UE recebeu um orçamento de 11 milhões de dólares desde 2015, quando começou suas atividades. A Ação Global está sendo implementada em parceria com a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

fonte https://nacoesunidas.org/onu-e-uniao-europeia-apoiam-governo-brasileiro-no-combate-ao-trafico-de-pessoas/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+ONUBr+%28ONU+Brasil%29

ONU: 5 dicas para uma alimentação saudável em 2019



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Seja qual for a sua resolução de ano novo, uma dieta saudável e equilibrada vai trazer muitos benefícios em 2019 e nos próximos anos. O que comemos e bebemos pode afetar a capacidade do nosso corpo de combater infecções, bem como a probabilidade de desenvolver problemas de saúde mais tarde — entre eles, a obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes e diversos tipos de câncer.
Os ingredientes exatos de uma dieta saudável dependem de diferentes fatores, como a idade da pessoa e seu nível de atividade. Uma alimentação adequada também depende dos tipos de alimentos que estão disponíveis nas comunidades onde se vive. Mas em todas as culturas, existem algumas dicas comuns de alimentos que podem ajudar a ter uma vida mais longa e saudável.
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) reuniu cinco orientações para começar 2019 com uma alimentação saudável:


1. Coma alimentos variados


Prefira alimentos frescos e variados aos processados. Foto: PEXELS (CC)
Prefira alimentos frescos e variados aos processados. Foto: PEXELS (CC)
Nossos corpos são incrivelmente complexos e — com a exceção do leite materno para bebês — nenhum alimento contém todos os nutrientes de que precisamos para que nosso organismo funcione da melhor maneira. Para manter o corpo forte e saudável, as dietas devem, portanto, conter uma grande variedade de alimentos frescos e nutritivos. Algumas dicas para garantir uma dieta equilibrada:
  • Em sua dieta diária, procure comer uma mistura de alimentos básicos, como trigo, milho, arroz e batatas, com leguminosas, como lentilhas e feijões, além de muitas frutas e vegetais frescos e alimentos de origem animal (no caso desses últimos, apenas para quem não é vegetariano e ou vegano);
  • Escolha alimentos integrais, como milho não processado, aveia, trigo e arroz, quando puder. Eles são ricos em fibras valiosas e podem te ajudar a se sentir saciado por mais tempo;
  • Caso consuma carne, escolha as peças mais “magras” sempre que possível ou remova a gordura “visível”;
  • Tente cozinhar ou ferver os alimentos em vez de fritá-los;
  • Para lanches, escolha vegetais crus, nozes sem sal e frutas frescas em vez de alimentos com alto teor de açúcares, gorduras ou sal.

2. Reduza a quantidade de sal


Foto: PEXELS (CC)/Artem Bali
Foto: PEXELS (CC)/Artem Bali
Em grandes quantidades, o sal pode elevar a pressão arterial (hipertensão), o que é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares. Em todo o mundo, a maioria das pessoas consome muito sal: em média, usamos o dobro do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – 5 g, o equivalente a uma colher de chá por dia.
Mesmo não adicionando sal “extra” em nossa comida, devemos estar cientes de que ele é comumente colocado em alimentos processados ou bebidas e, muitas vezes, em quantidades elevadas.
Algumas dicas para reduzir a ingestão de sal:
  • Ao cozinhar e preparar alimentos, use sal com moderação e reduza o uso de molhos e condimentos salgados (como molho de soja, caldo de carne ou molho de peixe);
  • Evite lanches ricos em sal e tente escolher alimentos saudáveis e frescos em vez de alimentos processados;
  • Ao usar vegetais enlatados ou secos, nozes e frutas, escolha variedades sem adição de sal e açúcares;
  • Remova condimentos salgados da mesa e evite adicioná-los por simples hábito. Nosso paladar pode se ajustar rapidamente e, quando isso acontece, é provável que você aprecie alimentos com menos sal e mais sabor;
  • Verifique os rótulos dos alimentos e procure produtos com menor teor de sódio.

3. Reduza o uso de certas gorduras e óleos


OPAS recomenda reduzir o consumo de carnes processadas. Foto: PEXELS (CC)
OPAS recomenda reduzir o consumo de carnes processadas. Foto: PEXELS (CC)
Todos nós precisamos de um pouco de gordura em nossa dieta, mas comer demais – especialmente os tipos errados de gordura – aumenta os riscos de obesidade e doenças cardiovasculares.
As gorduras trans produzidas industrialmente são as mais perigosas para a saúde. Descobriu-se que uma dieta rica nesse tipo de gordura aumenta o risco de doença cardíaca em quase 30%.
Algumas dicas para reduzir o consumo de gorduras:
  • Troque manteiga, banha e “ghee” por óleos mais saudáveis, como soja, canola, milho, cártamo e girassol;
  • Caso consuma alimentos de origem animal, escolha carnes brancas, como frango e peixe, que geralmente têm menor teor de gorduras, e limite o consumo de carnes processadas;
  • Verifique os rótulos e sempre evite alimentos processados, “rápidos” e fritos, que contenham gordura trans produzida industrialmente. Ela é frequentemente encontrada em margarina e “ghee”, bem como em lanches pré-embalados, fast food, assados e fritos.

4. Limite a ingestão de açúcar


Foto: PEXELS (CC)
Foto: PEXELS (CC)
O excesso de açúcar não é ruim apenas para os dentes, mas aumenta o risco de ganho de peso e obesidade, que podem levar a sérios problemas crônicos de saúde.
Tal como acontece com o sal, é importante ter em mente a quantidade de açúcares “ocultos” que podem ser encontrados em alimentos e bebidas processados. Uma única lata de refrigerante, por exemplo, pode conter até dez colheres de chá extras de açúcar.
Algumas dicas para reduzir a ingestão de açúcar:
  • Limite a ingestão de doces e bebidas açucaradas, como refrigerantes, sucos de frutas, concentrados líquidos e em pó, água aromatizada, bebidas energéticas e esportivas, chá e café prontos para consumo e bebidas lácteas com diferentes sabores;
  • Escolha lanches frescos e saudáveis em vez de alimentos processados;
  • Evite dar alimentos açucarados para crianças. Sal e açúcares não devem ser adicionados aos alimentos complementares oferecidos a meninos e meninas com menos de dois anos de idade e devem ser limitados após essa idade.

5. Evite o uso nocivo de álcool


OMS aponta que não há níveis seguros para o consumo de álcool. Foto: PEXELS (CC)
OMS aponta que não há níveis seguros para o consumo de álcool. Foto: PEXELS (CC)
O álcool não faz parte de uma dieta saudável, mas em muitas culturas, as celebrações de Ano Novo estão associadas ao seu consumo nocivo. Em geral, beber demais ou com muita frequência aumenta o risco imediato de lesões, além de causar efeitos de longo prazo, como danos ao fígado, câncer, doenças cardiovasculares e transtornos mentais.
A OMS informa que não há nível seguro de consumo de álcool. Para muitas pessoas, mesmo os níveis baixos de consumo ainda podem estar associados a riscos significativos à saúde. Confira algumas dicas da OPAS:
  • Lembre-se: consumir menos álcool é sempre melhor para a saúde e é perfeitamente aceitável não beber;
  • Você não deve beber álcool se: estiver grávida ou amamentando; dirigir, operar máquinas ou empreender outras atividades que envolvam riscos relacionados; tem problemas de saúde que podem ser agravados pelo álcool; está tomando medicamentos que interagem diretamente com o álcool; ou tem dificuldades em controlar seu consumo;
  • Se você ou alguém que você ama tem problemas com álcool ou outras substâncias psicoativas, não tenha medo de pedir ajuda a um profissional de saúde ou serviço especializado em drogas e álcool. A OMS também desenvolveu um guia de autoajuda para orientar pessoas que desejam reduzir ou interromper seu uso. Acesse aqui.
https://nacoesunidas.org/onu-5-dicas-para-uma-alimentacao-saudavel-em-2019/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+ONUBr+%28ONU+Brasil%29

Depressão e suicídio entre crianças aumentam – aqui estão algumas soluções



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Histórias chocantes de crianças pequenas cometendo suicídio têm atraído manchetes recentes, levantando preocupações sobre o que poderia estar alimentando essas tragédias. Embora os especialistas apontem várias causas, eles dizem que algumas atividades importantes podem ajudar a proteger seus filhos, como ensiná-los sobre Deus.

De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, de 1999 a 2015, 1.309 crianças com idades entre 5 e 12 anos tiveram suas próprias vidas nos EUA
No Alabama, familiares e amigos estão de luto pela recente morte de McKenzie Adams, de nove anos de idade. Sua família acredita que o bullying na escola levou McKenzie a tirar sua vida, uma alegação contestada por funcionários da escola.
Coisas que você não pensaria que uma menina de 9 anos deveria saber”, disse sua mãe Jasmine Adams a um canal de notícias local. “E antes que meu bebê pudesse me dizer algumas das coisas que eles disseram a ela, eu estava como de onde eles estão aprendendo isso“.
Pelo menos outras três crianças menores de 12 anos também morreram por suicídio neste ano nos EUA.
Em novembro, Maddie Whitsett, de 9 anos, em Birmingham, suicidou-se e, em agosto, Jamel Myles, de 9 anos, se matou depois de ter sido intimidado por dizer que era gay.

Suicídio de crianças no Brasil também aumenta

Entre os anos de 2003 e 2013, o Brasil registrou aumento de 10% nos casos de suicídio entre crianças e adolescentes dos nove aos 19 anos. Ao longo das décadas de 1980 até 2012, o acumulado é ainda mais expressivo, chegando a 62,5% de suicídios entre adolescentes de 15 a 19 anos. Os dados fazem parte dos estudos Mapa da Violência, publicados em 2014 e 2015, e usam informações divulgadas pelo Ministério da Saúde.
Embora os números assustem, eles indicam uma mudança na cultura do silenciamento sobre as doenças mentais e o suicídio, tanto no momento de registrar as causas da morte pelos profissionais da saúde, quanto na presença do tema nas conversas de família.

Especialistas alerta sobre o isolamento devido as tecnologias aumenta os casos de suicídios entre crianças

Especialistas em saúde mental dizem que, embora o bullying desempenhe um papel importante, outras questões podem contribuir para essa tendência trágica.
Estamos vendo um aumento nas taxas de depressão e ansiedade, particularmente no ensino médio e nas crianças em idade escolar, e muito disso é devido ao ritmo frenético dentro do qual levamos nossas vidas na era moderna,” psicólogo infantil e familiar Dr. Jesse Gill disse à CBN News. “E, claro, um dos principais contribuintes disso é o acesso ininterrupto da tecnologia.”
O Dr. Gill, especialista em teoria do apego que examina como as crianças formam conexões com seus pais, apontou que as crianças pequenas são especialmente vulneráveis ??à tecnologia.
Isso está mudando radicalmente as vias neurais do cérebro humano, a capacidade de prestar atenção, até mesmo a capacidade de ter laços de conexão mais profundos“, explicou.
E o problema continua quando as crianças crescem. Segundo a Kidsdata.org, o suicídio é a segunda principal causa de morte entre os jovens entre 15 e 24 anos.
É uma questão que alguns argumentam que tem sido glamourizada em Hollywood. O Parents Television Council (Conselho de Televisão para os Pais) obrigou a Netflix para remover “13 razões pelas quais” – um programa controverso sobre um adolescente que cometeu suicídio.
Temos de nos manifestar e falar. É por isso que estamos tentando construir um coro nacional sobre isso“, disse o presidente do PTC, Tim Winter. “Quanto mais vozes para o coro melhor.”

Maneiras de ajudar uma criança não cometer suicídio

Enquanto isso, existem maneiras positivas de abordar esses problemas. Um estudo de 2018 publicado no American Journal of Epidemiology descobriu que as crianças que frequentam a igreja podem ser menos propensas a serem vítimas de depressão e suicídio.
Pesquisadores dizem que uma rotina religiosa regular, como participar de cultos ou orações, estava associada a resultados positivos, como níveis mais altos de felicidade e voluntariado.
Esses achados se alinham com outro estudo publicado no JAMA que mostrou que as crianças tinham um risco menor de suicídio se a religião fosse importante para seus pais.
O Dr. Gill recomenda que os pais limitem o consumo de tecnologia de seus filhos e passem um tempo significativo com eles.
Estas são as coisas que vão reforçar e preservar-nos e realmente ajudar nossos filhos a experimentar o amor de Deus, a graça salvadora de Jesus Cristo através das expressões tangíveis de nosso relacionamento com eles”, explicou.
Enquanto isso, vários estados nos EUA, estão começando a exigir educação em saúde mental para que os estudantes os ajudem a lidar com questões como bullying, depressão e pensamentos suicidas.
fonte https://www.portalpadom.com.br/depressao-e-suicidio-entre-criancas-aumentam-aqui-estao-algumas-solucoes/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+padomgospel+%28Portal+Padom%29

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Os cristãos que cometem suicídio são condenados ao inferno?

Respondendo à pergunta sobre se os cristãos que cometem suicídio vão ou não para o céu, o especialista em ética Russell Moore disse que, como o sangue de Cristo cobre pecados passados, presentes e futuros, a “última coisa que fazemos” não determina onde passaremos a eternidade.

Moore, presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, disse que frequentemente é questionado por indivíduos preocupados cujo ente querido se suicidou.
Eles se preocupam“, disse ele. “Isso significa porque essa pessoa essencialmente o último ato na terra foi um pecado, isso significa que essa pessoa está no inferno? E a resposta para isso é não.”
Essa pessoa está em Cristo. Isso significa que o sangue de Cristo cobre os pecados da pessoa, passado, presente e futuro. E assim não somos salvos com base na última coisa que fazemos sendo algo que é aceitável para Deus. Somos salvos pela graça e misericórdia de Deus ”.
Mas, às vezes, Moore diz hesitar em avaliar se os cristãos que cometem suicídio vão ou não para o céu porque temem que alguns o vejam como permissão para cometer suicídio.
Muitas pessoas que cometem suicídio estão em um lugar de “profunda e profunda angústia e aflição de vários tipos” ou sofrendo de doença mental, Moore apontou, acrescentando que “devemos vê-los com compaixão”.
A resposta que devemos ter quando alguém que amamos comete suicídio não é culpar as pessoas, não culpar essa pessoa, não se zangar com essa pessoa“, concluiu. “Também não é para se perguntar: ‘Isso significa que essa pessoa está fora do alcance da graça de Deus?’ A graça de Deus cobre uma multidão de pecados, incluindo aqueles que são tão dolorosos que hesitamos em falar com eles.
Em meio a um aumento dramático no suicídio nas últimas duas décadas, vários líderes religiosos avaliaram se os que cometem suicídio são condenados ou não ao Inferno.
Recentemente, um padre de Michigan foi criticado por sugerir no funeral de um estudante universitário de 18 anos que ele poderia não ir para o céu porque tirou a própria vida.
“Era a hora dele de contar para todo mundo o que ele achava de suicídio, [e] não podíamos acreditar no que ele estava dizendo”, disse o pai do adolescente, Jeff Hullibarger, ao Detroit Free Press . “Ele estava lá em cima condenando nosso filho, praticamente chamando-o de pecador. Ele se perguntou se teria se arrependido o suficiente para chegar ao céu. Ele disse “suicídio” mais de seis vezes.
O estudioso do apologista e do Novo Testamento, Dr. Jeremiah Johnston , argumentou que o suicídio não é o pecado imperdoável.
O único pecado que Deus não pode perdoar é o pecado de rejeitar Jesus Cristo como Senhor e Salvador“, disse ele ao CP. “As pessoas que cometem suicídio vão para o inferno? Algumas pessoas ensinam que o suicídio é o ‘pecado imperdoável’.” “Deus perdoa esse pecado. É um pecado? Absolutamente. Mas a salvação que recebemos de Jesus Cristo é eterna, independentemente do nosso estado mental ou nossa maturidade espiritual ou imaturidade. Caso contrário, o Evangelho é vazio. Você sabe quantos cristãos morrem inesperadamente?” com pecado não confessado em sua vida? “
Kayla Stoecklein , viúva do falecido pastor da Igreja Inland Hills Andrew Stoecklein, que morreu após tentativa de suicídio em sua igreja na Califórnia em agosto, também desmascarou a visão comum e escreveu em um blog: “Esta é uma crença comum sobre o suicídio e quebra meu coração … eu acredito com 100% da minha alma que André está no céu. Andrew teve um relacionamento real, puro, autêntico e contagiante com Jesus. Milhares de pessoas estarão no céu por causa dele. “
fonte https://www.portalpadom.com.br/os-cristaos-que-cometem-suicidio-sao-condenados-ao-inferno/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+padomgospel+%28Portal+Padom%29

A Profecia do Deuteronômio 30 está sendo cumprida em nossos dias

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O Parashá, é à porção semanal de textos da Torá dentro do judaísmo. Também são conhecidas como Parashat haShavuá ou Sidra, e cada uma possui um nome geralmente derivada de suas primeiras palavras em hebraico.

Em uma parte de seus textos diz que: “retornarás ao teu Deus e você o escutará com todo seu coração e alma. E Deus te retornará dos exilados e te reunirá desde todas as nações nas quais Ele as tem espalhado. Mesmo que você tenha sido espalhado no final dos céus (uma colônia na lua! – Rebe de Klauzenberger) Deus vai tirar você de lá e levá-lo para a terra que seus antepassados herdaram e que você herdará”. (Deuteronômio 30: 1-5 parafraseado).
A profecia foi cumprida em nossa geração. Nunca antes na história judaica tantos judeus retornaram à observância da Torá.
Muitos duvidaram se esta profecia seria cumprida. Há quase 400 anos, o papa Inocêncio IV afirmou que o povo judeu seria punido por não aceitar o cristianismo. Ele disse que eles estariam espalhados pelo mundo (como eles já estavam na época de sua “profecia”) e que eles nunca retornariam a Israel.
Em 1948, estudiosos do papado alegaram que ele estava se referindo a Jerusalém. No entanto, desde 1967, a Igreja Católica tem enfrentado um difícil problema ideológico.
Responsabilidade da comunidade
O parashá diz ainda:
Assuntos ocultos são para Deus cuidar deles. No entanto, os assuntos revelados são para nós e para os nossos descendentes para sempre, para cumprirmos as palavras desta Torá “(Deuteronômio 29:28)
Mesmo não sendo responsáveis pelo que os outros possam estar pensando, compartilhamos alguma responsabilidade pelos erros que cometem, porque o povo judeu aceitou a responsabilidade da comunidade sobre cada indivíduo. (Se tivermos a possibilidade de intervir.)
fonte https://www.portalpadom.com.br/a-profecia-do-deuteronomio-30-esta-sendo-cumprida-em-nossos-dias/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+padomgospel+%28Portal+Padom%29

7 Coisas Que Um Filho Precisa de Seu Pai




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Quando eu tinha 11 anos, minha família mudou-se para uma nova cidade e eu odiei. Eu não gostava da nossa nova casa, da minha nova escola ou das crianças do nosso novo bairro. Todo dia eu ia para a escola, só queria sair e voltar para a minha cidade velha.

Então eu costumava fingir como se estivesse doente, então eu seria mandado para casa. Depois de vários dias, meu pai veio para a escola e me encontrou no consultório da enfermeira. Ele falou sobre como ele sabia que era difícil, mas me pediu para tentar. Eu senti que não estava mais sozinho na luta. Sua presença era tudo que eu precisava para mudar minha atitude.
Não há nada como o relacionamento pai-filho. Quando um menino cresce, haverá muitas pessoas que o influenciam e seu desenvolvimento na idade adulta. Como pai, você é e deveria ser seu modelo mais importante. Ele precisa de você. Amanhã vamos cobrir as sete coisas que uma filha precisa de seu pai. No entanto, hoje, aqui estão sete coisas que um filho precisa de seu pai.

1 – Ele precisa que você ame sua mãe:

Quando você ama sua esposa, ou a mãe de seu filho, você está mostrando a ele como tratar sua mãe, suas irmãs e todas as mulheres que ele conhecerá em sua vida. Isso estabelecerá a base para os relacionamentos que ele terá mais tarde em sua vida. Se você é divorciado e o relacionamento é difícil, faça o que puder para tratar a mãe dele com respeito

3 – Ele precisa da sua liderança de servo

Você pode ou não ser o chefe no trabalho. Você pode ou não ser o pastor ou ministro da igreja. Você pode ou não ser um líder em sua comunidade. Mas você é o líder da sua família. Seu filho precisa ver a liderança em sua casa. Ele precisa ver você liderando, servindo. Quando ele o vê liderando por servir, ele entenderá melhor a liderança e será capaz de liderar de forma mais eficaz versus seguir seus pares. À medida que ele cresce, ele vai liderar melhor sua família, liderar no trabalho, liderar na igreja e liderar em sua comunidade.

4 – Ele precisa que você esteja presente

Ao cumprir todos os diferentes papéis, você pode ser puxado em várias direções. Ele precisa que você esteja presente em sua educação, em sua vida social, em todas as áreas de sua vida. Algumas áreas não são destinadas apenas para a mãe ou apenas para seus amigos. Sua presença em todas as áreas lhe dará o apoio que ele precisa.

5 – Ele precisa do seu amor, independentemente de suas escolhas

Você pode ser o um fanático por futebol ou outro esporte, mas talvez seu filho não goste tanto como você. Não importa quais escolhas seu filho faça, ele precisa que você o ame, mesmo que sejam diferentes das suas. Mesmo quando são escolhas erradas. Seu amor e orientação abrirão as portas para a confiança e a aceitação que constroem seu relacionamento. E isso vai construir sua auto-estima.

6 – Ele precisa de você para dizer:

“Eu te amo, filho”. “Estou orgulhoso de você, filho.” “Você é incrível, filho.” “Eu sei que você pode fazer isso, filho.” “Essa foi uma jogada incrível que você fez!” “Você é um trabalhador esforçado.” “Você estragou tudo, mas eu sei que você vai se recuperar.” Seu filho precisa do seu encorajamento. Ele precisa ouvir as palavras que o fazem saber que você ama tê-lo como filho.

7 – Ele precisa que você o disciplina no amor

Quando você disciplina seu filho, você estabelece limites e expectativas. Ele vai cometer erros, assim como você fez quando criança, e assim como você faz agora. Mas ele também precisa saber que suas ações têm consequências. Discipliná-lo em amor o ensinará a considerar as conseqüências que suas ações terão. Isso irá prepará-lo para pensar e avaliar as escolhas que ele faz tanto agora como no futuro.
Aproxime-se de seu filho e pergunte: “Qual é a sua atividade favorita de pai / filho?”

fonte https://www.portalpadom.com.br/7-coisas-filho-seu-pai/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+padomgospel+%28Portal+Padom%29

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

REALIDADE ERITREIA PERMANECE A MESMA PARA CRISTÃOS

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Um líder cristão da Eritreia chamou a comunidade internacional a não fechar os olhos para a realidade do que acontece em seu país, de acordo com o site de notícias Agenzia Fides. Enquanto a relação com os países da região está melhorando, a perseguição a grupos religiosos continua, Mussie Zerai, um líder cristão da capital, Asmara, escreveu em uma carta aberta.
“Escolas cristãs e islâmicas foram fechadas, oito centros médicos e hospitais cristãos vedados, enquanto um líder da igreja ortodoxa, Abune Antonios, continua preso depois de 14 anos”, escreveu. Asmara é um dos regimes políticos mais duros do mundo, uma ditadura que reprime todas as formas de liberdade e criou uma prisão estadual.
Violações dos direitos humanos na Eritreia têm sido documentados por grupos de direitos, ONGs e a ONU. O líder disse ainda que não deveria ser esquecido que “em relatório de 2016 da Comissão de Direitos Humanos da ONU, chegou-se à conclusão de que há elementos bem fundamentados para se referir aos principais líderes do governo na Corte Criminal Internacional”.
Thomas Reese, da Comissão de Liberdade Religiosa Internacional americana, disse em audiência da Comissão de Direitos Humanos americana, que a Eritreia permanece “um dos piores exemplos de repressão à liberdade de religião ou crença, patrocinados pelo estado, do mundo”, onde cerca de 1,2 mil a 3 mil pessoas são detidas por motivos religiosos – em aproximadamente 60 prisões e campos que fazem da Eritreia uma extensa rede de prisões.
A Eritreia é o 6º país na Lista Mundial da Perseguição 2018 dos 50 países onde é mais difícil viver como cristão. “Você pode fechar os olhos para a realidade, em nome de interesses econômicos e geopolíticos, ou dar voz para valores de liberdade, democracia, justiça e solidariedade”, o líder cristão eritreu disse.
Estenda a mão a cristãos presos
É um desafio ser cristão na Eritreia, já que no país não há nenhum tipo de liberdade e muitos são presos por sua fé. Com a sua doação, você leva assistência a um preso, permitindo que ele receba apoio durante três meses. A ajuda acontece de diversas formas, por meio de alimentos, medicamentos e livros. Estenda você também a mão a esses irmãos encarcerados.

fonte https://www.portasabertas.org.br/categoria/noticias/realidade-eritreia-permanece-a-mesma-para-cristaos

CRISTÃOS RUSSOS CONTINUAM SENDO PERSEGUIDOS

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Na Rússia, cristãos são perseguidos desde a época da União Soviética. O que aconteceu à família Popov, uma das milhares de famílias de cristãos russos, foi comum na igreja secreta durante o tempo soviético. Essa história é contada por um dos filhos de Nicolai e Nadezhda Popov.
Minha mãe, Nadezhda, que significa esperança, atualmente tem 79 anos e eu admiro muito ela. Meus pais tiveram muitas dificuldades. Durante o período da União Soviética, meu pai passou 10 anos na prisão e minha mãe criou nove filhos basicamente sozinha, enquanto o marido estava na prisão ou em campos de trabalho.
Enquanto meu pai esteve na prisão, ela carregou um fardo duplo: cuidar das crianças e do meu pai. Ela também participou do “Conselho de Parentes de Prisioneiros” dos Cristãos Evangélicos e Batistas (ECB, da sigla em inglês). O conselho teve início em 1964 e cuidava dos interesses dos prisioneiros da ECB. Eles publicavam regularmente listas com os nomes dos prisioneiros e também cuidavam de seus parentes. Irmãs, esposas e filhas de cristãos presos se reuniam, passavam informações sobre prisioneiros, forneciam ajuda física e espiritual para eles e suas famílias, e conseguiam pacotes de comida.
De 1961 até 1988, houveram centenas de prisioneiros e alguns mártires. Entretanto, haviam milhares de pessoas desconhecidas, como minha mãe, que permaneceram firmes fielmente durante os tempos de perseguição. Livros não foram escritos sobre eles, mas foram e ainda são pilares da Igreja Perseguida. Para manter meu pai informado sobre o que acontecia na igreja e no mundo, ela fez um acordo que escreveria bilhetes em pequenos pedaços de papel e costuraria nas mangas e colarinhos de suas camisas. Tudo que chegava na prisão era vistoriado e censurado, mas essa era uma das formas de passar informação para ele durante o tempo antes do julgamento. Quando alguém era condenado, tinha que ir para um campo de trabalho e vestir as roupas da prisão, a partir de então essa forma de comunicação não era mais possível.
Meu pai esteve em detenção pré-julgamento por três vezes, todas duraram cerca de seis meses. Durante aqueles meses, minha mãe conseguia mantê-lo informado sobre a família, igreja e a situação de fora. Isso era vital para meu pai, que se sentia isolado enquanto afastado da família e igreja.
Com frequência imaginei o que a mantinha e recentemente ela me disse: “Fé e confiança no Senhor me sustentaram durante esses 10 anos de prisão do meu marido por conta da fé. Deus esteve muito perto de mim durante esse período. Eu estou muito bem espiritualmente. Durante toda minha vida cristã, não senti tanta proximidade de Deus como durante esses anos”. As igrejas perseguidas e cristãos do ocidente ajudaram essa família com orações e material de ajuda. Dessa forma se lembravam de que não estavam sozinhos, mas que faziam parte de uma grande família, o corpo de Cristo.
Pedidos de oração
  • Ore pelos cristãos russos que continuam enfrentando perseguição por sua fé em Cristo.
  • Apresente pastores, líderes e suas famílias, que eles possam se fortalecer na palavra de Deus.
  • Peça a Deus pelos governantes do país, para que os cristãos possam viver sua fé livremente.
fonte https://www.portasabertas.org.br/categoria/noticias/cristaos-russos-continuam-sendo-perseguidos

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